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8 mo. ago

I never knew who I was. I still don't know who I am. It doesn't matter anyway.

  • @obbeel@lemmy.eco.br @migmarcellinus@lemmy.eco.br

    Por falar nisso, há, aqui no Brasil (seja disponível em estoque nacional ou importado, mas preferencialmente estoque nacional), algum smartphone Linux?

    (exemplo: Librem Phone da Purism, mas é só um exemplo diante de vários "Linux phones" que existem lá fora)

    Preferencialmente algum que seja novo (portanto, não usado), não envolva dores de cabeça com ANATEL e Receita Federal, algum modelo de dispositivo, portanto, que já esteja devidamente homologado e autorizado a funcionar aqui no Brasil, vendido por uma loja/pessoa brasileira?

    Eu tô querendo me livrar completamente do Android, principalmente depois dessa história toda com relação a "sideloading" (e também por uma situação não muito distante onde "meu" smartphone ficou travado num padrão de tela desconhecido que alterou do nada, me obrigando a resetar pelo Find my Phone e perder tudo que eu tinha).

    Até tinha e ainda tenho um Multilaser Zapp com KaiOS. Funciona até certo ponto como substituto do smartphone: aceita os chips de operadoras, bateria dura por mais de semanas... mas parou de funcionar WhatsApp há muito tempo (um dos motivos pelos quais comprei o celular, pois WhatsApp funcionava sem precisar do smartphone, assim sendo, foi meu "celular de rua" por muito tempo quando eu morava em SP), e ainda teve recente enshitificação com propagandas embutidas nos apps nativos, o que me fez passar a manter o Multilaser Zapp desconectado da Internet.

    Também o Multilaser Zapp (e o KaiOS no geral) deixa a desejar em usos mais avançados/de nicho, principalmente quando eu estou acostumado a usar apps como Termux, editores de código e de texto, apps para código morse e pra radioamadorismo (e.g. um dongle RTL-SDR via OTG e um app que interfaceia com o SDR), apps pra fediverso (Aria), etc.

    Os smartphones com Linux pareceriam me atender bastante nesse sentido mas, além do preço em dólares/euros/libras, não sei até que ponto esses smartphones seriam simplesmente rejeitados na hora de chegar na alfândega, ou se eu teria de passar por alguma burocracia que envolve homologação e etc, com o risco de ser simplesmente recusado/indeferido.

    Eu queria evitar burocracias principalmente porque ainda tenho um trauma de outras burocracias que passei num passado não muito distante, então o ideal é se existisse um "Linux phone" já com a devida "dupla-cidadania brasileira", já com o jóinha da ANATEL e tudo o mais.

  • @hyperhopper@lemmy.world @ExtremeDullard@piefed.social if it's international soil, why (and how) could US deny Mahmoud Abbas from attending the UNGA, especially during an increasing recognizance of State of Palestine from other countries and the current UN proposals towards a two-state solution? I can also point out examples of this regarding an the country I reside: why (and how) could US make it difficult for part of the Brazilian delegation (such as Ricardo Lewandowski, current Brazilian Ministry of Justice, and Alexandre Padilha, current Brazilian Ministry of Health, the latter of whom ended up not attending in protest to all the restrictions imposed by US) to attend the UNGA?

  • @notsosure@sh.itjust.works @Plum@lemmy.world

    While Wikipedia tables often have a sorting button, yeah, there's no such option for all tables within this article specifically...

    However, in this article, all tables are arranged by a section for each century and the Table of contents (although visible only through the desktop version) allows for accessing the 21st century directly, as in the screenshot.

    Also, there are Wikipedia front-end apps out there implementing the sorting button even for tables that don't natively have it. I'm lacking examples to mention, though (the one I have installed on phone, wikireader, doesn't have such a feature, but I remember using other front-end apps and websites for reading Wikipedia articles beyond the Wikipedia website itself).

  • @9tr6gyp3@lemmy.world @drosophila@lemmy.blahaj.zone wow, I knew Lynx was old, but I didn't know how that old, thinking how it's older than NCIS Mosaic! TIL

    Also, why did it stop at the beginning of 2023? Shouldn't the line for Lynx continue up to nowadays? Lynx still exists nowadays, there's even a Lynx 2.9.2 released on May 31, 2024.

  • @fajre@lemmy.eco.br

    Uma das razões pelas quais as empresas (e governos) fecham código-fonte é a tal da "Security through obscurity" (algo como "Segurança por obscuridade"). Isso, por si só, está longe de ser uma prática de verdadeira segurança, e qualquer sistema que depende de código-fonte fechado para manter-se "seguro" está longe de sê-lo.

    Um sistema pode ser resiliente a ataques mesmo com um código-fonte aberto. Nesse sentido, a segurança deve advir dos algoritmos e princípios matemáticos usados, além do modelo de governança.

    Outra coisa: geralmente confunde-se "código-fonte aberto" com "dados abertos", e uma coisa não implica necessariamente a outra. O banco de dados não está necessariamente embarcado no código, tampouco as chaves privadas usadas para assinatura e decifragem. Na mais extrema das hipóteses (uma ideia, somente), até seria possível manter um banco de dados público (o que ajudaria na transparência) enquanto as informações sensíveis (CPF, até mesmo nomes completos, dentre outros dados) estivessem devidamente criptografadas por chaves privadas.

    Dito tudo isso, sim, ao meu ver, não só os sistemas governamentais poderiam ter código-fonte aberto como poderiam até se beneficiar de toda a comunidade open source já existente para melhorias de segurança e robustez.

    Infelizmente o Brasil tem influência de longa data dos interesses da iniciativa "privada" estadunidense (Microsoft, Google, Oracle, etc) com pouca ou nenhuma expectativa de soberania tecnológica. O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial até prevê, por exemplo, a criação de hardware e software nacionais, mas para IA apenas... Portanto, a migração para código-fonte aberto (e hardware aberto também, como RISC-V ao invés de depender do trio Intel-AMD-Qualcomm) nos vários sistemas nacionais parece estar longe de acontecer...

  • @luminn@lemmy.eco.br

    Até certo ponto nem é bagunça, o bom de ter várias contas é que daí você tem um backup para caso uma das instâncias (ou até mesmo uma plataforma inteira, como foi meu caso com o Friendica) fique fora do ar.

    No XMPP fiz algo parecido, abri conta no XMPP Brasil e outra num servidor indiano, daí tenho um backup caso o XMPP Brasil fique fora do ar.

    Outra sugestão, ainda, é a seguinte: além de usar as plataformas como backup umas das outras, também definir escopos/casos de uso, a fim de melhor organizá-las. Por exemplo, fiz do meu PixelFed específico pra eu postar minhas artes digitais, fiz do meu Mastodon uma espécie de megafone para certas coisas que posto no Calckey, republicando o que eu mesmo postei para que o conteúdo federe onde meu post terá maior visibilidade enquanto simultaneamente consigo usar os recursos do Calckey, fiz do meu Friendica um arquivo de interações antigas (algumas interações minhas aqui no Lemmy Brasil fazia por lá antes de me estabelecer no Calckey) e possível (embora não tão confiável) backup para federação.

  • @luminn@lemmy.eco.br

    Quando eu tinha conta no Lemmy, usava o Voyager no Android, mas geralmente preferia (e ainda prefiro) usar o computador (porque aqui tenho o teclado físico onde consigo digitar mais rápido do que no smartphone, além de poder usar o KDE Kate pra editar o texto na íntegra se eu precisar fazê-lo) e, por extensão, o website.

    Saí do Lemmy pois queria poder ter um feed pessoal, algo que não há no fioverso. O Mastodon não me apraza muito (até tenho um perfil no Mastodon, mas raramente uso), então inicialmente fui pro Friendica (até pela generosa quantidade de caracteres e possibilidade de maiores formatações de texto que não existem no Mastodon), mas o Friendica tem muita instabilidade, então recentemente vim pro Calckey (uma derivação do Misskey).

    Como costumo interagir muito com o fioverso, eu fico em duas abas: uma no Calckey e outra em uma das instâncias do Lemmy. As duas que acesso geralmente são lemmy.ml e lemmy.eco.br, sendo que aqui no lemmy.eco.br eu foco em ver as postagens locais, enquanto no lemmy.ml foco em ver as postagens "/all" (todo o fediverso federado com o lemmy.ml, o que também inclui o lemmy.eco.br, só que no meio do ruído do fediverso; é por isso que uso o lemmy.eco.br pra ver as postagens específicas do Brasil).

    Daí quando eu sinto de responder algo no fioverso, copio a URL do Lemmy, vou na aba do Calckey e então vou na busca e colo a URL, que então é puxada como nota do Misskey/Calckey (por exemplo, seu fio lemmy.eco.br/post/16701602 virou calckey.world/notes/acv3vigvj6), assim consigo reagir e comentar e até mesmo compartilhar (dar boost).

    Pro Misskey/Calckey, tem o "Aria", mas a pesquisa por conteúdo a federar não funciona como funciona no site, por isso acabo usando o navegador pra interagir com o fediverso.

  • @ICastFist@programming.dev @blackwitch@lemmy.eco.br

    Minha recomendação: saia do tiktok e instagram, Eu sei que, hoje em dia, é mais fácil falar do que fazer, especialmente pra vocês jovens, que vêem essas plataformas como lugares cheios de “coisas que vou perder”. O problema é exatamente esse, essas coisas te enganam, nada ali realmente vale a sua sanidade, o seu bem estar real. Não tem nada lá que tenha o valor que você acha que tem.

    Aqui existe um problema que vai além da participação ativa em redes sociais: a participação não-consentida.

    Até lembro de ter visto um artigo em alguma comunidade de Privacidade aqui pelo fioverso (tentei achar mas sequer lembro o título do fio, ou a instância, só lembro o nome "Privacy" da comunidade) que versava sobre como as pessoas viraram "câmeras de vigilância que andam". O artigo comentava, dentre outros exemplos, sobre aquele caso do casal no show do Coldplay (que eu particularmente nem sei o que aconteceu porque não me aprofundei nessa história pois não gosto de coisa de fofoca) e como os efeitos daquela situação foram potencializados pela forma como as câmeras das redes sociais são onipresentes.

    Podemos também mencionar casos onde as redes sociais propagaram um boato sobre uma pessoa apenas para revelar-se um boato, mas cujas consequências se estenderam ao mundo físico, incluindo vidas.

    Não participo das redes mainstream, mas com certeza existem fotos, falas e postagens minhas por lá, principalmente dos meus familiares. Para que eu pudesse solicitar a remoção do conteúdo, eu teria de ter uma conta nessas redes em primeiro lugar (acessar qualquer postagem do Facebook ou Instagram inexoravelmente leva à página de login). Sem minha manifestação de presença não-consentida daquela minha foto na plataforma, a foto continuará ali.

    Pra piorar a situação, não há muito como determinar o consentimento da presença de pessoas em uma foto/vídeo. Exemplo: uma pessoa transmitindo uma live enquanto caminha por uma rua movimentada irá, inevitavelmente, filmar centenas de pessoas sem suas autorizações; com a moda do "ser influencer", sequer é possível saber qual o canal e plataforma onde meu rosto foi parar se eu vejo uma pessoa aleatória fazendo uma live onde estou). Alguém pode argumentar "a rua é pública", mas quando o rosto é, hoje, chave para muita coisa (de gov.br a bancos), é quase como uma afronta à segurança alheia a filmagem em público.

    Daí tem o ambiente escolar. A escola pode até tentar banir celulares, proibir seus alunos de usarem durante as aulas, ou até mesmo durante toda presença nas dependências da escola, mas isso não vai evitar os "jeitinhos brasileiros" como, por exemplo, câmeras escondidas ou dois celulares (um escondido). Também não vai evitar o conteúdo já produzido, filmagens que já foram feitas sem autorização e postadas nas redes.

    É complicado porque não parece sequer haver uma solução pra isso.

  • @yogthos@lemmy.ml

    I like that quote that says "Something that we can learn from history books is that people can't learn from history books".

    What we're seeing is people who do learn from history books being persecuted by those who don't because the latter are against knowledge, they love the ignorance (as in, ignoring the reality around them; in their minds, "don't see it = it doesn't exist").

    That's why we're "seeing the future repeating the past" (to quote a verse from Cazuza's "O tempo não pára" song).

  • Lemmy.eco.br com problema

    Jump
  • @Prefeitura@lemmy.eco.br

    Na barra lateral de informações da instância lemmy.eco.br, o Tesseract está riscado. Tentei acessar e veio um erro 525 do CloudFlare. Por estar riscada, acredito que essa opção de interface não esteja mais disponível ou operacional.

    Dito isso, é estranho o app (mas qual app, exatamente?) não abrir a página principal da instância, porque geralmente os apps têm sua própria interface, apenas puxando as informações via API, muito embora tenho notado às vezes alguma instabilidade do lemmy.eco.br. Não tenho conta no Lemmy, uso outra plataforma, Misskey/Calckey pra interagir no fediverso, porém uso o website de várias instâncias Lemmy pra ler fios, e algumas vezes, raras vezes, recebo um Erro do Lemmy.eco.br na hora de acessar um fio, só conseguindo fazê-lo ao atualizar após um tempo (sem contar a ordenação dos fios, mas daí é outra história). Então talvez a falha no app que você utiliza tenha a ver com essas instabilidades esporádicas que ocorrem na instância.

  • @Madeyro@lemmy.dbzer0.com @Sivilian@lemmy.zipJust a suggestion/idea: a normal washing machine modified with an Arduino/Raspberry Pi/ESP32, wired to some relays (to power alternate current things on/off), sensors, RTC (real-time controller, for timing things) and Wi-Fi module can not only achieve the same smartness of a smart washing machine, but it can also be customized to do anyhow you want from it (e.g. using specific programs automatically if certain types of clothes and/or fabrics went to washing, detecting them through some kind of opencv computer vision), without the risk of the whole thing phoning home (i.e. contacting the manufacturer's servers against your consent) and/or getting a sudden update where it starts to play ads for new Tide pods with 50% off at the nearest Costco store (because it got your geolocation from your ISP provider).

  • @blackwitch@lemmy.eco.br

    Terminei o ensino médio há 12 anos (estou com três décadas de idade). Não sei o que aconteceu com meus ex-colegas e, sendo bem sincero, nem quero saber, haha. Meu último contato com alguns dos já então ex-colegas era a rede do Zuckerberg onde encerrei minha conta faz tempo.

    O que eu escuto sobre o ambiente escolar de hoje em dia é que o bullying agora tem um alcance mais amplo. Digo, na minha época (sempre noto um fio de cabelo branco nascendo toda vez que eu digo essa frase), a internet ainda estava no começo da popularização, os celulares ainda eram aqueles Nokia tijolão (ou, então, aquele celular da guitarrinha) e redes sociais eram Orkut, MSN, ICQ, Yahoo Messenger e um Facebook surgindo. O bullying, portanto, se limitava ao mundo material, embora não se limitasse às fronteiras do ambiente escolar (exemplo: quantas vezes eu sofri bullying nas ruas próximas à escola, mesmo muitas vezes saindo pela porta da diretoria apesar de as inspetoras não gostarem que eu saísse por lá mas nada faziam com relação aos bullyings).

    Não iam até em casa, porque ali haviam adultos pra proteger das outras crianças, então a casa era um ambiente mais ou menos seguro nesse sentido. Hoje, com a internet como extensão do mundo material, o bullying está chegando na casa das pessoas.

    Não sei o que é pior: o bullying físico mas limitado às adjacências da escola, ou o bullying que alcança esse tijolo brilhante que passamos a carregar diariamente, bem como deixando marcas digitais, ecos no ciberespaço.

    Hoje adulto, o bullying que sofro é outro: o do capitalismo, que quer que eu me submeta diariamente aos desígnios de um suíno riquinho que detém pra si os meios de produção pra eu poder ter o direito de comer e ter um teto. Com esse bullying, o bullying que sofri no passado escolar é uma distante lembrança traumática pra mim, sobreposta pelos traumas da contemporaneidade (distopia tecnológica, mudanças climáticas, cristofascismo em ascensão gradualmente tratorando todas as conquistas que com muito esforço tivemos por direitos e inclusão inclusive de pessoas neurodivergentes, etc).

  • @blackwitch@lemmings.worldExcelente tópico! Eu acho sempre importante trazer um pouco da presença lusófona aqui pro fediverso onde o inglês e alemão geralmente dominam.

    Com relação ao tema: ocrorre o mesmo fenômeno comigo, muito embora ocorra mais English-over-português do que Portuguese-sobre-inglês (esse último ocorre só quando estou interagindo aqui no fediverso e lembro de algum ditado popular que, ou não sei o equivalente em inglês, ou não há mesmo equivalente em inglês). O English-over-português ocorre principalmente quando eu consigo lembrar de algo só no seu termo em inglês mas não lembro do termo para a mesma coisa em português. Daí ou eu paro pra tentar lembrar o termo lusófono, ou eu acabo prosseguindo com o termo anglophone mesmo.

    Também me ocorre de misturar palavras de outros idiomas com as quais (palavras) já tive contato, por exemplo, termos em latim, alemão, francês, até linguagens totalmente extintas como sumério (devido ao meu interesse ocultista envolver o panteão sumério).

    Por fim, ocorre-me também um fenômeno curioso de pensar em um conceito ou símbolo para o qual não consigo encontrar termos em nenhuma das linguagens com as quais já tive contato. Chamo esses pensamentos de "languageless thoughts", não ocorre só com emoções, ocorre com símbolos e conceitos também (minha mente é altamente orientada a simbologias).

  • @ToxicWaste@lemmy.cafe

    If you're using a browser (either desktop or some fork of Firefox on mobile) to use Lemmy, you can use uBlock Origin to hide certain content. On the plus side, this would work even when logged off from Lemmy or (in my case) without having a Lemmy account.

    In "my filters", you can add rules such as:

     
        
     /.*lemmy.*.*/##.post-listing:has(.community-link:has-text("/^ich_iel/"))
    
      

    Explanation:- /.*lemmy.*.*/ is a regexp to match any domain containing the word "lemmy" (e.g. lemmy.cafe, lemmy.world).- ## denotes a CSS rule.- .post-listing:has(.community-link:has-text("/^ich_iel/")) is a set of nested CSS rules: - it filters for every .post-listing element... - having any .community-link element... - whose text content, in turn, would match the given regexp.

    In my case, /^ich_iel/, a text which starts by "ich_iel", which is the name for a Lemmy community I'm not interested in, due to me not speaking German.

    You can use whatever regexp you need. You can also use multiple rules using this pattern to filter out multiple things. You can replace the .community-link with other CSS classes to filter out post titles, usernames, instances, anything goes.

  • @the_riviera_kid@lemmy.world @throws_lemy@lemmy.nz

    Just like there are virtually no more brand-new non-smart TVs to be purchased (exceptions are getting increasingly rare), I can foresee a (not so distant) future where there are no more brand-new non-smart fridges, so consumers would need to purchase either the brand-new smart fridges, or trying to find increasingly-scarce used appliances (while they still work and can be fixed when they eventually get broken, because, you know, it relies on spare parts).

    Also, I can see governments allied to corporation interests (it's called "lobbying") using the flag of "protecting the environment" (it's called greenwashing and it got nothing to do with actually protecting the environment) to push laws requiring people to ditch their old appliances, similarly on how governments have been using the flag of "protecting the children" in order to push laws requiring people to disclose their faces/IDs to access anything they deem "adult" (not just adult entertainment).

    For example: governments around the globe start decreeing "it's now illegal to power on old refrigerators as they don't meet the new environmental requirements"... we see how those laws spread across multiple countries, see this ID/face law: UK, then Australia, France, among other countries and some USian states.

    And the same moral fallacy will happen if people started to complain about the ads on fridges: they'll face something in the lines "Don't you think of the environment? Are you pro-pollution?". Again, it would have little (if anything) to do with environment (just like multi-national laws requiring ID for accessing internet content has little (if anything) to do with children), it's just the frog used by scorpions.

    Yeah. Future is made of big corporations (General Electric, Samsung, Google, Microsoft, etc) and governments (no matter their political leanings, for it's just their current circensis to gaslight people), long married, seeing 1984 and Cyberpunk as handbooks.

    Yet people attack other people (e.g. your statement that "dumb people buy a fridge with a screen in it" is an attack on other consumers as if they were the ones to blame for this problem in the first place) instead of pointing to the actual common threat.

  • @LadyButterfly@piefed.blahaj.zone

    Well, I like to watch flames from candles (the 6th figure, middle-right one) partly because it's the closest I get to see the untamed manifestation of primordial forces (particularly the Dark Mother Goddess Lilith), partly because it's the closest to feeling my ontological wrath externalized, and also because it's a personal Memento Mori about my will to be cremated when I die (even though it's high unlikely I'm going to be cremated, it's still a Memento Mori nevertheless insofar my bones will eventually get to be burnt by a Giant Red Sun billions of years from now).

    However, just like the flames are fleeting, so is any kind of happiness/wellbeing stemming from watching it (and given how it's something far from being environmentally friendly, I avoid doing it so often).

  • @ScoffingLizard@lemmy.dbzer0.com @dessalines@lemmy.ml

    The current president of Argentina is someone named "Javier Milei", the one who gave a chainsaw to Elongated in order to symbolize their shared "libertarian" (anarcho-capitalist) views. Guess this answers (part of) what's wrong with Argentina and why they shill whatever the current USian administration shills.

  • @MotoAsh@lemmy.world Where in centuries of human history were there any wrongdoings stemming from Luciferianism and other leaderless occult belief systems? Where in centuries of human history did Luciferianism and other occult belief systems interfered or tried to hinger with scientific progress?

  • @MotoAsh@lemmy.world @TomMasz@lemmy.world

    Firstly, it's obvious "believing" means "zero evidence". If a belief had any solid evidences, it wouldn't be a belief, it would be a peer-reviewed scientific paper instead.

    That said, you're conflating "belief" with "religious hierarchy" when, in reality, belief isn't necessarily dependent on hierarchy. I believe in Lilith and Lucifer, and I have no one "above me" except for Her and Him. In fact, the belief I follow on my own isn't even compatible with any kind of hierarchy, because these entities represent independence and rebelliousness, so it'd be quite paradoxical for me to have a leader/master/priestess/whatever.

    Finally, I challenge you to point out any kind of "humanity's ill" inflicted by Luciferianism and other left-hand path beliefs, even those who actually have hierarchies (e.g. Quimbanda).

    So, I sincerely remind you, don't generalize and attack every single religion and belief system on Earth because of a half dozen big ones who actually are to blame for many historical wars ("Holy wars") and their interference on scientific progress. Don't demonize the demons and demonesses, we're friends of scientific inquiry. Beware not to do friendly fire.

  • @guber@lemmy.blahaj.zone

     
        
    lua -e "print('Lua: ' .. ('awkward_look_monkey_meme' and '👀' or '😐'))"
    python -c "print('Python: ' + (not 'awkward_look_monkey_meme' and '👀' or '😐'))"